O que devemos perceber é que nem sempre o que se apresenta com sendo o que é, é o que parece ser. Os parâmetros curriculares para o ensino médio estão cheios de segundas intenções, seja política, econômica ou de interesse governamental de classes privilegiadas, as quais detém o poder de decisão (manda e desmando em tudo e em todos). O ensino médio com etapa final da educação básica é aceito por todos, por não saberem e não poderem fazer nada diante do que vem lá de cima, porque assim, essas leis vem de cima e o que podemos fazer é acatar? receber "essas migalhas"? pregar para nossos alunos que quando eles concluírem o ensino médio estarão preparados para serem cidadãos críticos? parece uma piada! o que devemos fazer (isso é o que eu prego) é abrir os olhos para enxergarmos a real situação do nosso ensino médio. Procurar meios para neutralizar a propagação dessas políticas de engano. Nós enquanto cidadãos que somos devemos lutar juntos pelos nossos direitos, porque temos esses direitos garantidos por lei e ninguém vai nos tomar isso de mão beijada.Vamos juntos construir um ensino com transparência, união, metas a serem alcançadas, com professores dedicados, diretores preocupados de verdade com as suas escolas, e universidades que tenham como propósito formar verdadeiros professores e não imitadores de professores. Vamos juntos nessa luta.
O blogger "letras e amigos uneb" foi idealizado por João Batista, Gilvani Novaes, Nara Kleire e Wigna Begna (Alunos do IV semestre de Letras UNEB - Irecê - BA ), orientados por Djáricia Santana professora de prática IV do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias ( DCHT - CAMPUS - XVI - UNEB ) Irecê - Ba. Servirá como portfólio para gerenciar conteúdos.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Resenha dos textos (Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital”, "Gêneros textuais: definição e funcionalidade”)
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais emergentes
no contexto da tecnologia digital. Em: MARCUSCHI, L. A. & XAVIER, A. C.
(Orgs.) Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna,
2004.
Luiz
Antônio Marcuschi é doutor em filosofia da linguagem (1976) e pós-doutor em
questões de oralidade e escrita (1987). É professor titular em linguística do
Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco. Tem várias
publicações, muitas delas explorando temas pioneiros na área da linguística. É
autor dos livros Análise da conversação; Da fala para a escrita: atividades
de retextualização; Fenômenos da linguagem: reflexões semânticas e discursivas;
Cognição, linguagem e práticas interacionais e escreveu vários trabalhos
como “Gêneros textuais emergentes no contexto da
tecnologia digital” e outro trabalho que está sendo finalizado sob o titulo; “Gêneros
textuais: definição e funcionalidade”. Estes são os dois textos que
serão aqui resenhados Nestes dois trabalhos,
Marcuschi, auxilia o leitor na construção de sua opinião a respeito dos gêneros
textuais, dos tipos textuais e das novas tecnologias. Marcuschi discute a ideia
de gêneros textuais como praticas sócio-históricas, afirmando que o surgimento
da tecnologia favorece o aparecimento de formas inovadoras, mas que não são
totalmente novas. Segundo Marcuschi (p.20. 2002.) é difícil constatar que nos
últimos dois séculos foram as novas tecnologias, em especial às ligadas à área
da comunicação, que propiciaram o surgimento de novos gêneros textuais.
Uma das questões centrais do texto de Marcuschi é a definição de gênero textual e tipo textual, no qual define gênero textual como; realizações linguísticas concretas definidas por propriedades sócio-comunicativas e, tipo textual como construções teóricas definidas por propriedades linguísticas intrínsecas. Essas definições de gêneros textuais defendidas por Marcuschi são relevantes na medida em que segundo ele, esta ideia já se acha no centro dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) sendo considerada como uma ótima oportunidade de se lidar com a língua em seus mais variados usos autênticos no dia a dia.
Uma das questões centrais do texto de Marcuschi é a definição de gênero textual e tipo textual, no qual define gênero textual como; realizações linguísticas concretas definidas por propriedades sócio-comunicativas e, tipo textual como construções teóricas definidas por propriedades linguísticas intrínsecas. Essas definições de gêneros textuais defendidas por Marcuschi são relevantes na medida em que segundo ele, esta ideia já se acha no centro dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) sendo considerada como uma ótima oportunidade de se lidar com a língua em seus mais variados usos autênticos no dia a dia.
Os PCNS abordam que o trabalho com gêneros no ensino de língua português
permite ao aluno aprender e aprimora sua interpretação, pois esses textos não são
o homem que inventam, mas essas escritas são geradas por necessidades sociais
para se comunicar. Trabalhando com tipos
de textos e gêneros juntamente com suas tecnologias, que é sincrônica, o que
não acontecia nos anos 70-80, pois as maquinas utilizadas para esse meio
de comunicação que poucas pessoas tinham acesso e, também os computadores
tinham certo limite para com a escrita dos textos, já nos dia de hoje os
e-mails podem ser enormes.
Só que também há um porem diante de todos os recursos oferecidos pelas
tecnologias porque através destes recursos podemos nos comunicar com mais
rapidez, mas as pessoas acabam adaptando aos vícios das redes sociais, criando
siglas e abreviando palavras no momento de bate papo, ali está suprindo o ato
comunicativo, mas ao escrever algo mais sério como uma redação, acarretará em
problemas porque a ortografia e essencial para uma boa escrita.
Há uma divisão importante nos tipos de textos que são a narração, dissertação e
descrição, o aluno ao estudar as características dessas escritas, facilitara
muito a sua vida, pois e um processo fundamental para uma boa interpretação
para a leitura como também para suas escritas. É essencial saber os gêneros textuais
e entender que podem estar presente em diversas formas de escrita como em blogs,
email, carta pessoal, bilhetes e anúncios e entre
outros textos, ou seja, em tudo que escrevemos estão presente os gêneros.
Hoje as tecnologias junto com seus gêneros facilitam a vida das pessoas para
quem quer estudar, pode assistir vídeo aula, fazer pesquisas e digitar
trabalhos, sabendo usar esses meios corretamente enriquece seus conhecimentos,
mas se acostumar a essas facilidades usar para assuntos banais,
acabam tendo um grande prejuízo no uso adequado da ortografia na escrita e
interpretação das leituras, porque as pessoas adaptam a escrever errado, abreviado
e não querem escrever manualmente.
Esse é um
trabalho dirigido, a estudantes, professores e pesquisadores. Para tal sugiro
antes de tomar conclusões sobre, procurar uma pessoa que entenda melhor o
assunto. João Batista, Gilvani Novaes, Nara Kleire e Wigna Begna são graduandos do curso de Letras Vernáculas na Universidade do Estado da Bahia, CAMPUS XVI – Irecê
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