terça-feira, 12 de maio de 2015

Resenha dos textos (Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital”, "Gêneros textuais: definição e funcionalidade”)




 MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. Em: MARCUSCHI, L. A. & XAVIER, A. C. (Orgs.) Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2004.
Luiz Antônio Marcuschi é doutor em filosofia da linguagem (1976) e pós-doutor em questões de oralidade e escrita (1987). É professor titular em linguística do Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco. Tem várias publicações, muitas delas explorando temas pioneiros na área da linguística. É autor dos livros Análise da conversação; Da fala para a escrita: atividades de retextualização; Fenômenos da linguagem: reflexões semânticas e discursivas; Cognição, linguagem e práticas interacionais e escreveu vários trabalhos como “Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital” e outro trabalho que está sendo finalizado sob o titulo; “Gêneros textuais: definição e funcionalidade”. Estes são os dois textos que serão aqui resenhados Nestes dois trabalhos, Marcuschi, auxilia o leitor na construção de sua opinião a respeito dos gêneros textuais, dos tipos textuais e das novas tecnologias. Marcuschi discute a ideia de gêneros textuais como praticas sócio-históricas, afirmando que o surgimento da tecnologia favorece o aparecimento de formas inovadoras, mas que não são totalmente novas. Segundo Marcuschi (p.20. 2002.) é difícil constatar que nos últimos dois séculos foram as novas tecnologias, em especial às ligadas à área da comunicação, que propiciaram o surgimento de novos gêneros textuais.      
 Uma das questões centrais do texto de Marcuschi é a definição de gênero textual e tipo textual, no qual define gênero textual como; realizações linguísticas concretas definidas por propriedades sócio-comunicativas e, tipo textual como construções teóricas definidas por propriedades linguísticas intrínsecas. Essas definições de gêneros textuais defendidas por Marcuschi são relevantes na medida em que segundo ele, esta ideia já se acha no centro dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) sendo considerada como uma ótima oportunidade de se lidar com a língua em seus mais variados usos autênticos no dia a dia.
          Os PCNS abordam que o trabalho com gêneros no ensino de língua português permite ao aluno aprender e aprimora sua interpretação, pois esses textos não são o homem que inventam, mas essas escritas são geradas por necessidades sociais para se comunicar.  Trabalhando com tipos de textos e gêneros juntamente com suas tecnologias, que é sincrônica, o que não acontecia nos anos  70-80, pois as maquinas utilizadas para esse meio de comunicação que poucas pessoas tinham acesso e, também os computadores tinham certo limite para com a escrita dos textos, já nos dia de hoje os e-mails podem ser enormes.
           Só que também há um porem diante de todos os recursos oferecidos pelas tecnologias porque através destes recursos podemos nos comunicar com mais rapidez, mas as pessoas acabam adaptando aos vícios das redes sociais, criando siglas e abreviando palavras no momento de bate papo, ali está suprindo o ato comunicativo, mas ao escrever algo mais sério como uma redação, acarretará em problemas  porque a ortografia e essencial para uma  boa escrita.
           Há uma divisão importante nos tipos de textos que são a narração, dissertação e descrição, o aluno ao estudar as características dessas escritas, facilitara muito a sua vida, pois e um processo fundamental para uma boa interpretação para a leitura como também para suas escritas. É essencial saber os gêneros textuais e entender que podem estar presente em diversas formas de escrita como em blogs, email, carta pessoal, bilhetes e anúncios e entre outros  textos, ou seja, em tudo que escrevemos estão presente os gêneros.
          Hoje as tecnologias junto com seus gêneros facilitam a vida das pessoas para quem quer estudar, pode assistir vídeo aula, fazer pesquisas e digitar trabalhos, sabendo usar esses meios corretamente enriquece seus conhecimentos, mas se acostumar a essas facilidades  usar  para assuntos banais, acabam tendo um grande prejuízo no uso adequado da ortografia na escrita e interpretação das leituras, porque as pessoas adaptam a escrever errado, abreviado e não querem escrever manualmente.
    Esse é um trabalho dirigido, a estudantes, professores e pesquisadores. Para tal sugiro antes de tomar conclusões sobre, procurar uma pessoa que entenda melhor o assunto. 
          
 João Batista, Gilvani Novaes, Nara Kleire e Wigna Begna são graduandos do curso de Letras Vernáculas na Universidade do Estado da Bahia, CAMPUS XVI – Irecê



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